- Jacobina -
Die Ursprungsstadt unserer Gruppe

 

< Historische Bilder Diashow der Stadt Jacobina (9mb) >

Características:
Município turístico do Polígono das Secas, Jacobina é cercada de serras auríferas que formam desfiladeiros e canyons atraindo grande número de turistas praticantes do turismo ecológico e de aventura. É um grande centro comercial e famosa pela fabricação de doces típicos. Conhecida como Cidade Do Ouro, possui um grande patrimônio histórico, cultural e natural a ser preservado e foi cenário de importantes passagens da História do Brasil. Seu nome tem a origem indígena e significa "Campo aberto" ou "Campo vasto". Existe uma lenda que diz que nas terras de Jacobina vivia um casal de índios, Jaco e Bina e que pela junção dos seus nomes deu Jacobina. Seu padroeiro é Santo Antônio de Pádua.

Localização Município da Região Centro-Norte do Estado da Bahia
Área 2.328,9 km²
Limites Mirangaba, Saúde, Caém, Várzea Nova, Miguel Calmon, Serrolândia, Capim Grosso e Ourolândia
Altitude 470 m
Clima Semi-árido
Temperatura média anual 29°C

Distância da Capital330 km
Economia Mineração, indústria, comércio e agropecuária
Divisão Administrativa Jacobina-sede, Catinga do Moura, Itaitu, Itapeipu e Junco
População 76.484 habitantes (2004) (IBGE)
Criação do Município 5 de agosto de 1720

Geschichte:

COMO NASCEU JACOBINA
O devassamento e povoação das terras de Jacobina, deu-se quando muitos bandeirantes, tanto paulistas como portugueses aqui chegaram no século XVII. O devassamento do interior baiano, além da implantação de "currais", tinham também como objetivo encontrar metais preciosos. O primeiro a aqui chegar foi Belchior Dias Moréya - o "Muribeca". Percorreu os sertões de Jacobina e afirmou ter descoberto minas de ouro, prata, pedras preciosas e salitre. Era neto de Caramuru. Chefiou uma expedição que beirando o Rio Itapicurú mergulhou no sertão, aí permanecendo pelo decurso de oito anos (1595 ou 1596-século XVI). "Em 1612 embarcou para Portugal e passou até a Corte da Espanha, declarou os valores que havia achado em requerimento, mas não foi atendido e voltou sem efeito ao Brasil. Por não querer revelar as minas, foi preso durante dois anos e condenado a pagar 9.000 cruzados, pois, os governadores D.Luíz de Souza (de Pernambuco) e seu primo D. Francisco de Souza (da Bahia), haviam custeado a jornada para encontrar as minas, Pedro Garcia, o "Velho" e outros parentes aconselharam-no que não desobrisse e nem mostrasse as minas, mas pagasse os 9.000 cruzados. Belchior aceitou o conselho e pagou a soma exigida. Foi solto e voltou para as suas fazendas no Rio Real, onde faleceu dois anos depos (1619). Assim, as minas de ouro de Jacobina ficaram desconhecidas por quase mais um século. Belchior D. Moréya deixou por sucessor da sua casa a um filho natural, havido da união com uma índia da aldeia do Jaru, a quem chamavam - Robério Dias. Este, com poucos brios, pouca atividade e temeroso do sucesso de seu pai, não só não quis seguir aquela empresa, senão, também deixou perder todas as memórias e roteiros que tinha deixado seu pai. Em 1652, chega Antônio de Brito Correia, que estabeleceu "currais" que serviram para o seu criatório. Antonio da Silva Pimentel foi o 4º possuidor das terras de Jacobina, que pertenceram antes a Antônio Correia de Brito e Antônio Guedes de Brito. Desejando construir nas terras de Jacobina uma Igreja, pede permissão ao Rei de Portugal, D. Pedro II (1667-1705). O alvará régio data de 7 de maio de 1705. Além destes exploradores citamos ainda: Romão Gramacho Falcão, os irmãos Manoel e João Gadelha, Lourenço de Matos e João Peixoto Veigas.

ORIGEM DO TOPÔNIMO JACOBINA
O conhecido historiador e sertanista baiano Teodoro Sampaio, é de opinião que o topônimo Jacobina vem do vocábulo indígena Jacobina, significando "campo aberto", "campo vasto", ou naturalmente despido de vegetação. Também a lenda procura explicar a origem da palavra Jacobina. "Diz a lenda que nas terras de Jacobina vivia um casal de índios, de cujos nomes Jacob e Bina, ter-se-ia pela junção, formando o nome - Jacobina. A troco de presentes, esse casal acolhia os brancos aventureiros sem animosidade, agasalhando-os em sua taba. Usando de sua influência perante os demais índios, esse casal conseguir vencer a hostilidade inerente aos aborígenes e facilitava aos aventureiros a penetração nas terras incultas da região.Jacob e sua companheira Bina, ficaram famosos e eram ouvidos quando qualquer acontecimento havia na aldeia." Os primeiros habitantes da região foram os índios Payayás, pertenciam provavelmente ao tronco dos Cariri, ocupavam o vale do Paraguaçú setentrional, principalmente a Serra do Orobó. Espalhavam-se por toda a Chapada Diamantina e Encosta (Piemonte), misturados com outras diversas tribos.